Plano de Vida

 

O Trabalho - A Missão e os Propósitos da nossa vida.

Autor  SHEPHERD HOODWIN  - transcrito por permissão.

Estamos aqui na dimensão física porque escolhemos estar aqui. Não foi por acaso ou acidente. Se escolhemos vir é porque tínhamos uma razão, um propósito e um trabalho que queríamos fazer, caso contrário teríamos ficado aonde estávamos. A Dimensão Astral é menos desafio, de certa forma quero dizer. Ela não exige que lidamos com as limitações que são tão presente aqui no Físico. No entanto, algumas almas gostam da solidez  e desafios do planeta, portanto continuam voltando assim que possível depois da morte. O Astral é um pouco fluido demais para elas.

De qualquer forma, todos tivemos as nossas própria razões para voltar - mas não assuma que a sua razão é a mesma que a dos outros. Você pode não entender porque certas pessoas não estão interessadas em espiritualidade, viajar pelo planeta afora ou mesmo visitar a cidade vizinha. É possível que estes interesses não são relevantes aos propósitos, trabalhado ou missão que tinham em mente.

A dimensão física é como uma universidade aonde os alunos estabelecem o seu próprio currículo e estudam independente das exigências do Ministério da Educação. Eles dão as notas para eles mesmos. Existe recursos da onde tirar proveitos: Professores (eu, você, e o resto do mundo); bibliotecas, laboratórios; auditórios; enfermarias. etc. - Existe um velho ditado que diz: “Quando o aluno está pronto o professor aparece” e literalmente em todo lugar.

Alguns alunos passam “direto”, outros tem que fazer os exames de fim de ano , e ainda tem aqueles que ficam repetindo ano após ano. Quando um no seu próprio ritmo.  Alguns aprendem bem outros vive indo às festinhas e baladas todas as noites. Algumas “universidades”tem a tendência de criticar os folgados, no entanto a escola “Terra” é neutra no assunto.  Para todas as nossas ações e reações tem conseqüências - a pergunta é: podemos ou não viver bem com elas ?. - O livre arbítrio opera e também as conseqüências das nossas escolhas - Neste ponto o Universo é implacável.

Quem somos nós para “controlar” o comportamento dos outros - Deus simplesmente permite - nos escolhemos. Uns tiram proveitos dos recursos outros esbanjam - O importante é se as nossas realizações nos trouxeram felicidade ou um sentimento de desperdício. Não existem punições apenas lições aprendidas ou não. Seremos o juiz e o réu ao mesmo tempo, de nós mesmos, e a nossa tendência é ser mais duro com nós mesmos.

Não é necessariamente “melhor” ser produtivo ou não. Podemos ou não nos associar com os “produtivos” ou com os folgados - de novo - nossa escolha - as conseqüências (boas os ruins) virão. O que devemos evitar é impor o nosso ponto de vista nos outros ou interferir com eles a não ser se estiverem interferindo com o direito dos outros. Mesmo assim temos que “mover”com cautela.

Pássaros de um espécie voam unidos. Folgados se atraem; estudiosos se magnetizam, etc. “Me diz com quem andas e te direi quem és”. interesses mútuos é um imã muito forte.

O Trabalho - A Missão e os Propósitos da nossa vida -

Qual a diferença ?

Na página “os 7 mônadas internos” entrei em mais detalhe sobre os nosso propósitos. Eles vem em pares e  tem mais a ver com “a vida que nascemos para viver” - Normalmente escolhemos um dos pares abaixo como motivação primaria, e um segundo par como secundário e com menos afinco, um terceiro par. A posição dos astros no dia e hora do nosso nascimento nos dá a dica quais o três pares pertinentes para esta nossa vida. De novo, os pares dos propósitos da vida são:

  1. 1.  Criatividade e Confiança.

  2. 2.   Cooperação e Equilíbrio.

  3. 3.   Expressão e Sensibilidade.

  4. 4.   Estabilidade e Processo.

  5. 5.   Liberdade e Disciplina.

  6. 6.   Visão e Aceitação.

  7. 7.   Confiar e Mente aberta.

  8. 8.   Abundância e Poder.

  9. 9.   Integridade e Sabedoria.

Já a Missão vem com a nossa vocação. Talvez ser um pai de família, um missionário, um padre ou pastor, um professor ou apenas um bêbado. Normalmente a missão começa a instigar a gente no início dos anos 20’s mas normalmente se torna bem mais claro com uma idade mais avançada.

O trabalho tem a ver com a aplicação prática da nossa missão... Será que quero “trabalhar” sozinho ou seria melhor ter um/uma companheiro/a. Nos caso do pai de família, “com que pessoa quero compartilhar a minha vida” - quem talvez tem os mesmos ideais que eu para ensinar aos filhos. “com quem quero formar uma dupla sertaneja” para ensinar os atributos do homem do campo, ou talvez escolher uma profissão para estar ao serviço do povo, prover ajuda, ensinar, etc.

Antes de cada vida, Essência ou Alma, normalmente faz um plano de vida bem detalhado, incluindo o nosso trabalho, nossa missão e propósitos e como vamos cumpri-los.  Ampla assistência estará disponível no plano astral... guias espirituais pronto para nos orientar levando em consideração erros de outras vidas e armar um novo sistema que poderá funcionar melhor. Com a ajuda dos Mestres ascendidos, podemos ter acesso à parte da dimensão akáshica para rever os sucessos e falhas.

Na Dimensão Astral não nos comunicamos em Português ou qualquer outra língua humana. Comunicações são feitas telepaticamente em um nível mental bem alem dos idiomas terrestres. Portanto, quase tudo que temos acesso terá que ser “traduzido”.

Assim como literatura, duas traduções das nossas “tarefas” podem surgir, mas no fim das história tudo traz o mesmo sentido.  As nossas tarefas podem ter várias partes (como ser um pastor e pai de família, ao mesmo tempo). Quando este é o caso, talvez tudo que os Mestre pode nos mostrar, são os caminho mais pertinentes. Nada está escrito nas rochas - podemos mudar de idéia em qualquer ponto da nossa vida.

Provavelmente, sabemos a razão da nossa viagem à Terra, pelo menos até certo ponto ou em certos níveis. Prestar atenção é de suma importância. Podemos até pensar que não - não temos a mínima idéia que carreira fazer, que disciplina aprender nas universidades para levar a nossa missão ou tarefa a cabo.

Mas a verdade é que tudo que precisamos saber está cuidadosamente alojado dentro do nosso ser. É possível que talvez o estudo superior e o emprego não são os veículos para cumprir o nosso trabalho, aliás as vezes estes caminhos até nos atrapalham. Talvez uma vida de vagabundo (no sentido de vagar pelo mundo a fora) seja o nosso plano.

Poucas pessoas conseguem atingir o plano completo que armaram para esta vida. Talvez isto pode não ser tão ruim assim, do mesmo jeito que as vezes não conseguimos fazer tudo que planejamos para aquele dia, de manhã quando acordamos. O que não conseguimos fazer hoje, podemos fazer amanhã - Porque não fazer amanhã o que estamos com “preguiça” de fazer hoje !!!

Temos - literalmente - uma eternidade para fazer e aprender tudo que é pertinente para a nossa evolução. A maioria das pessoas podem trabalhar em algum aspecto das suas tarefas em cada dia da sua vida - pelo menos a curto prazo - mas se desperdiçarmos a nossa vida apenas “sobrevivendo” e se isto não é a nossa tarefa, acabamos frustrados, deprimidos e sem muito sentido na vida.

Será que a tarefa da vida é a mesma coisa que o trabalho de uma vida,

a missão ou plano de vida?

Estes termos, as vezes são usados permutavelmente mas estabelecemos acima as diferenças. O plano da vida é o que a Essência quer conseguir ao longo da vida.  Inclui a tarefa, a missão e os propósitos, os acordos, construção ou pagamentos dos karmas, etc.

Também inclui os planos para levar a termo todos os detalhes importantes. As Tarefas da vida representam o trabalho espiritual  de cumprir o que a Essência deseja - a soma total que deu razão à nossa vinda para o planeta. O trabalho de uma vida é uma visão mais estreita do plano... é o “jeitinho pessoal” de atingir as metas. Todo mundo tem uma “tarefa” mas o modo de correr atrás cabe a cada um.

E como falei acima, a Missão tem a ver com a vocação de cada. O propósito tem a ver com a motivação especifica - veja acima de 1 a 9.

Como saber se estamos andando para trás.

As vezes caímos com a “cara no chão”, está é uma boa indicação de que estamos dando uma ré ou dirigindo na contra mão. Não se deixa  desencorajar. Comer a poeira e dar volta por cima nos deixa mais fortes e resiliente. A direção que nos deixa calmo e confortável seria o rumo correto. As vezes situações inconfortavel são necessários para prosseguirmos em frente, por exemplo: uma relação matrimonial difícil pode ser indicação de um karma que precisa ser resolvido. No entanto, se esta relação não está nos levando para lado nenhum, talvez seja que estamos criando e não resolvendo um karma.

Sugerimos que se pergunte freqüentemente: “Como me sinto agora com relação a esta situação”. Se estiver se sentindo bem... estará cumprindo pelo menos parte da sua “tarefa” (ou karma), no entanto ser honesto consigo mesmo é essencial. Não existe nada mais prejudicial à nossa felicidade do que dizer a si mesmo que está “contente” do jeito com que estão as coisas quando isto não é verdade.

Deste que sinta que a energia está fluindo bem na sua vida, re-enforçando a si mesmo e os outros, estará movendo na direção certa. Eventualmente se torna um perito na manipulação desta energia, pouco depois, mudar de direção se torna tão simples como o B a Bá. Se torna tão natural como respirar. Sendo uma pessoa criativa, você escolhe algo para criar. Instintivamente, você atrai todo o equipamento necessário sem nenhuma dificuldade, da volta ao redor dos obstáculos, e todo dia se aproxima mais e mais do cumprimento das suas tarefas e portando, do plano da vida armado lá na dimensão astral. O seu focos não é bem “só completar” as tarefas mas a alegria que vem com a conclusão.   Não seja muito rígido com você mesmo ou com as tarefas - seja flexível como as gramas que se envergam na direção do vento e não duro como a árvore que se recusa e acaba sendo derrubada pela força do vento.

Por que não aprendemos tudo na Dimensão Astral ?

Existem muitas experiências que não estão disponíveis no plano astral mas abundantes no Físico. Para começar, o plano físico é um lugar excelente para aprender sobre as “escolhas”, precisamente pelas limitações. Porque? Bem, se você leva uma criança para uma loja a onde existe milhares de brinquedos para escolher, ela vai ficar confusa, mas se você à leva para outra loja onde só tem duas ou três escolhas, ela resolve a situação mais rápido, e se tiver apenas duas, resolve ainda mais rápido - “Você prefere esta boneca ou aquela?”.

O planeta terra é ótimo para aprender a fazer escolhas. Uma vez que você se torna um craque em escolher entre duas coisas, fica mais fácil escolher entre três. Com prática você pode ver as vantagens e desvantagens entre dez. Com o tempo, poderá escolher entre uma infinidade de possibilidades.

Existem também, muitas lições sobre sobrevivência do corpo e o modo “apropriado de morrer”. isto nos ensinam muito sobre a vida e ágape (felicidade). Aceitar os outros, no plano astral é muito mais fácil. Lá, é impossível esconder como você se sente em relação aos outros. Essência consegue “ler” telepaticamente como outros se sente com relação à você.  A dimensão astral oferece mais liberdade individual, relativamente falando. Ninguém pode bloquear o seu avanço ou tirar vantagem de você, sem a sua permissão.

Se eu fosse definir todos os nossos propósitos de estar aqui no planeta, usando duas palavras apenas, eu diria: “Amor Incondicional”

“Se você ama alguém - lhe dê liberdade completa.

Se ele for embora e nunca mais voltar, ele nunca foi seu.

No entanto, se ele voltar, ele é seu para sempre”

O Amor incondicional não requer nem que a pessoa amada te ame de volta. É o amor que Deus, os Anjos e Mestres Ascendidos tem por nós. Se aprendermos o amor incondicional aqui no planeta, aprendemos tudo que temos que aprender. Aprendemos as nossas lições bem.

O amor condicional, praticado por muitos inconscientemente, exige, exige e exige. “Se você me quer, tem que ser fiel a mim” - ou - “tem que viver e passar todo o tempo comigo” - “Faça do meu jeito, senão... “. etc.  - .

Não queremos dizer que o plano físico ou todos os outros planos existem simplesmente com o propósito da educação que eles promovem. O propósito principal dos 7 planos de existência, é a expansão do Tao (Deus).  

É mais ou menos como aprender música. No início, estudamos mais e praticamos menos, depois estudamos e praticamos igualmente, e eventualmente só tocamos música. Se não aprendermos a solfejar, nunca conseguiremos tocar as sonatas de Beethoven.

Se o nosso focos ainda é sobrevivência, não teremos tempo de fazer um Ph D. ou  energia de sobra para expandir. Devemos, é claro, aprender o básico, construir um ótimo alicerce para a casa não cair, depois seguimos em frente, não só no planeta mais nas outras dimensões também.

Esta é a razão que damos muita importância as lições. Não porque, em si, as lições são tão importantes, mas porque elas nos ajudam a progredir para grandes níveis de criatividade.  Uma vez que você aprendeu as notas musicais, poderá mover para o campo da composição musical, concertos internacionais, etc. etc. Eventualmente acaba descobrindo que o seu potencial é infinito.

Existe oportunidades no plano físico que não estão disponíveis em outros planos. Aqui existe relacionamento não existente em outras dimensões. Exemplo: não temos pai e mãe lá. Não precisamos deles. Quando nascemos aqui, precisamos deles para sobreviver. Temos que aprender a confiar, depender e ceder aos pais e autoridades. Humildade é uma outra lição melhor aprendida aqui.  Tendo a oportunidade de ser “pais” também aprendemos responsabilidade e altruísmo.

Se fizermos certas escolhas no Astral, podemos “mudar de idéia”aqui?

Sim, normalmente o nosso plano de vida não é tão rígido ao ponto de nos limitar. Prestar atenção nas dicas diretamente na nossa frente, meditação, conexão com o “Eu superior” e a prática das lições do dia a dia, nos ajuda a explorar outras alternativas. Se o trabalho manual era o nosso plano inicial, talvez consertar televisão é a tarefa para por isto em prática.

Em geral, não predeterminamos no plano astral, especificamente, como vamos desenvolver este trabalho manual, consertar televisão, por exemplo. Temos alguma idéia mas é aqui que fazemos este tipo de decisão.

Existe muitas razões (boas e ruins) para mudarmos os nossos planos de vida. Vamos dizer que fomos muito “ambiciosos” no nosso planejamento, por exemplo: “vou pagar todos os meus karmas nesta próxima vida”.  Durante a vida, descobre que não é tão forte e decisivo como você pensou que seria; aí você paga um ou dois e deixa o resto pra próxima.

Recusa de pagar karmas devido a um Ego (falsa personalidade), vamos dizer, muito arrogante, ou evitar por medo ou covardia em vez do reconhecimento que os planos foram muito ambiciosos, ou que “mordeu mais do que pode mastigar” são duas coisas diferentes.

O primeiro nos deixa frustrado e desequilibrado, o segundo nos deixa aliviado. Freqüentemente, karmas são muito “impulsionantes”, acabamos completando o pagamento apesar das nossas resistências.


Meditação


Escute o Silêncio ao seu redor. Busque na prateleira mental, o livro chamado “Plano de Vida”. Abra a página e descubra que abriu bem na página que é pertinente  à você neste momento. Leia.

Atenção: Para maiores detalhes sobre qual o “par” primário, secundário ou terciario do seu propósito de vida, entra em contato com o autor destas páginas com o seu nome completo, data de nascimento (dia/mês e ano), e dentro da minha possibilidade, mandarei as respostas por correio-e mas em pessoa seria o ideal.